Pede pra sair!
Posted by : Jean Michel | 9 de maio de 2009 | Published in
A ação se resume em um treinamento campal, que começou com muitas risadas dos guardas no portão (infelizmente não temos fotos desse memorável instante), e acabou com o pessoal sujando a mão para comer sanduíche; sem esquecer das correrias, do frio, da gritaria e até do fato de passar minutos enclausurados em um galinheiro. Sim, em um galinheiro. Alguns tombos também fizeram parte dessa grande cerimônia, mas não vamos no ater a esses vexames.
A equipe assimilou o conceito, se propôs a brincar e a encarar o trabalho de uma forma divertida. Como deve de fato ser. Aos valorosos Ronan, Paulinho, Cris, Carla, Joice e o visitante Juliano vai o meu agradecimento e reconhecimento do fundo do coração. Essa postagem é a minha singela homenagem ao esforço de vocês acordarem as 6 da manhã de um sábado, e ainda achar isso master-emotion-plus-advanced engraçado no final do dia. Não há dúvidas (nunca, jamais, narrim) que essa pequena grande equipe vai ser responsável pela construção de grandes coisas. Orgulho, é a palavra que expressa meu sentimento diante da nosso destemido time.
E só pra fechar, vai uma das frases que vai lembrar pra sempre todas as risadas do dia: Rá! Somos vencedores! E de fato, ninguém pode com a gente (nunca, jamais, narrim).
Porque esse é um povo estúpido que não reage.
Posted by : Jean Michel | 2 de maio de 2009 | Published in
Master Din Din
Posted by : Jean Michel | 1 de maio de 2009 | Published in Textos
É bom demais vender aqui
Posted by : Jean Michel | | Published in Palestras
E eis que mais uma palestra foi eleita. Dessa vez o conteúdo ficou por conta do diretor responsável pela conta das Lojas Colombo na agência Escala (cujo nome não captei na palestra e cansei de procurar no google:quando souber eu coloco aqui); o encontro se deu no dia 23 de abril, na UCS. O cerne da exposição foi a seguinte questão: uma agência é uma empresa, como qualquer outra. A afirmação pode parecer um tanto óbvia demais, mas não é bem assim que funciona na prática. Na verdade como estudante de administração (além de publicidade e propaganda) já tinha me debruçado sobre esse assunto antes. Minha pequena experiência trabalhando com agência aqui no interior do estado já tinha me mostrado que muitas vezes as agências se comportam como se estivessem em uma bolha. A venda é truncada, o trabalho entregue segue regras estranhas, e muitas vezes até a simples questão de objetivos de marketing ficam para trás. É evidente que a desqualificação geral dos profissionais da gerência constitui um debate a parte, mas isso é outra história.
Confesso que a questão das comissões dos veículos de mídia é algo que me deixava meio perplexo: a agência não ganha dinheiro pela idéia, mas sim pelo local onde ela será veiculada; aliás um dos comentários do palestrante foi "uma idéia não significa um cheque". Esse modelo acaba induzindo a criação para mídias tradicionais, o que não é tão interessante para o incerto futuro. Acredito que as agências vão acabar encontrando formas melhores de remuneração, privilegiando cada vez mais o tão falado conteúdo. E como a comissão é garantida por lei, não há muito sobre o que divagar. Lei é lei, mesmo no Brasil.
Para mim a questão que fica é: sim, as agências devem ser administradas como empresas de fato. Não é porque exista essa visão meio romântica do superpublicitário que todos gostariam de ser que podemos esquecer da razão de ser do negócio. Os modelos de mais sucesso, e a Escala sem dúvida está entre eles, corroboram com essa idéia. Como auxiliar empresas se a administração da agência é deficiente?
Casa de ferreiro espeto de pau? Assim não pode, assim não dá.


